Tenho tido longas noites de insônia, são 6 e 25h e nada de bocejo. Ops, realmente ele é contigoso e automático.
Estou de férias. Penso em fazer algo útil durante, talvez terminar de ler um livro. Tenho pensado muito em amor, no que ele é pra mim e esses blábláblás todos, é sempre assim, quando não tenho o que fazer só penso em amor ou então algo que gire em torno dele.
Mas enfim, não quero falar sobre, este post não é de amor. Aliás, nem sei sobre o que falarei.
Vivo angustiada. Tenho a sensação de estar imóvel, é como se tudo passasse por mim e eu não conseguisse ir junto. Intacta, como se nada pudesse me tocar, digo positivamente, pois por outro lado, sinto como se estivesse nua diante das piores criaturas, é como se elas me sondassem o tempo todo e me quissessem a todo custo má, triste e conformada. Conformação? Essa palavra nunca será usada para me definir. Tenho dias de calmaria, mas logo eu abuso e parto para o intenso jogo de viver. Me permito sentir com calma, só que às vezes, finjo que nunca a tive.
Depois das decepções: sofridas e causadas. Me vejo cansada em plenas férias. Oh, que triste vida, que vida triste. Tudo o que eu queria é compartilhar não palavras, mas momentos com alguém de verdade e com sentimento reciproco e alguém que realmente valesse a pena, realmente. E lá vai eu mais uma vez, novamente... amor!
Porque tudo é amor e se não for, será intenção de amor ou amar.
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